blog do Zé

 
 

18 de November, 2006

Viva! Primeiro PS3 Esmagado em Público (Olha a fila de patetas para comprar o joguinho)

Filed under: Games — jfonseca @ 12:10 am

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17 de November, 2006

Este é de verdade: um Playstation 3 foi vendido por U$ 14.000,00 no EBay

Filed under: Games — jfonseca @ 11:58 pm

Este é pra valer, alguém venceu o leilão com um lance de U$ 14.000,00 (Cerca de 30.000 Reais ao cambio de hoje).
Playstation 3 carissimo

Só tenho uma má notícia para o vendedor: acabo de observar que o vencedor do leilão usou o seguinte nickname: bobzharrydik que pronunciado em inglês significa “o penis cabeludo de harry” e ele possui zero pontos no EBay. Ou seja, o mais provável é que essa pessoa tenha entrado apenas para inflar o preco e avacalhar o leilão. É improvável que pague U$ 14.000 - mas tudo é possível no EBay!

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Que original! Sujeito tenta vender Playstation 3 por U$ 99 milhões(U$ 99,999,999.00)

Filed under: Games — jfonseca @ 11:44 pm

Playstation 3 caro demais

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Primeiro quebra-quebra por falta de Playstation 3

Filed under: Games — jfonseca @ 11:40 pm

Segundo diversos blogs da Internet, foi em Fresno, na Califórnia, que aconteceu o primeiro quebra-quebra na procura desenfreada por um Playstation 3. Segundo testemunhas, um atendente de uma loja “Best Buy” em Fresno anunciou para uma fila de cerca de 50 pessoas que só havíam 35 unidades, foi quando a quebradeira comecou. Foi necessária a intervencão da polícia local para controlar a situacão.
Este jornal local de Fresno noticiou o acontecimento.

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Jornalista da IstoÉ defende Controle da Internet

Filed under: Blah, hmmm, etc, Controle da Internet — jfonseca @ 9:48 pm

Na edicão 1934 da IstoÉ, datada 15 de Novembro, página 94, o jornalista Julio Wiziack comenta a Lei de Controle da Internet e toma uma postura ousada: defende o projeto afirmando que não é um bicho de 7 cabecas e que o projeto compreende legislacão necessária quanto aos vírus, etc.

Em certa parte da reportagem ele comenta que manter os logs de 3 anos pra cá, do início e do fim das conexões, ou alocacão dinâmica do IP, não é errado. Concordo, não é errado nem impossível, e já é feito pela maioría dos provedores que conheco de qualquer maneira

Ele também defende a questão da legislacão quanto a divulgacão de vírus. Também está correto, na minha opinião.

Ele se engana, porém, quando afirma que a questão da Internet é similar à dos telefones pré-pagos, os quais foram obrigados a serem identificados pois estavam realmente sendo usados como linhas anônimas de dentro dos presídios. São 2 os motivos, na minha opinião, que tornam a comparacão errada.

  1. A Internet não é pessoal, e não há relacão um-para-um entre enderecos na Internet e as pessoas navegando através desse endereco. Ou seja, podem haver 1000 pessoas partindo do mesmo IP. Já o telefone permite uma conexão um para um entre o número e pessoa responsável por esse número.
  2. O telefone comúm não permite tráfego de voz criptografado, portanto é fácil encontrar o autor de uma chamada.

Ninguém quer uma terra sem lei. São precisos ajustes, como o controle da questão dos vírus, dos roubos de senhas e dos “arquivos maliciosos” conforme afirma a advogada Patrícia Peck, que foi citada pelo jornalista. Da forma como está hoje já é possível pegar o autor da maioría dos crimes comúns cometidos pela Internet. Os Internet Cafés identificam seus usuários, as conexões de Internet tem enderecos facilmente encontrados nas operadoras de telecom, e por aí vai. Não é precisa uma lei tão radical.

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Hercule Poirot pergunta silenciosamente, como fez em todos os casos antes deste : a quem interessaría o assassinato da Internet?

Filed under: Blah, hmmm, etc, Controle da Internet — jfonseca @ 8:26 am

Chegando à cena do crime, o brilhante inspetor Poirot observa cuidadosamente cada metro quadrado dos luxuosos corredores do Congresso Nacional. Estava à procura de uma evidência qualquer, que por ventura tenha sido deixada pelos assassinos da Internet. “Não há crime perfeito” pensou. “Em algúm lugar, haverá uma pegada, deixarão uma impressão digital. O assassino se revelará, e revelará, sem querer, o real motivo desse crime covarde que aconteceu dentro do Congresso Nacional.” “Não há crime perfeito”, repetiu silenciosamente o inspetor.

Sem perder tempo, Hercule Poirot inicía seus trabalhos exatamente como faz há 40 anos decifrando os crimes mais intrigantes pelo mundo afora. Este assassinato em particular lhe chamou a atencão por ter ocorrido na Capital do Brasil, justamente na sede de um dos Três Poderes de uma República democrática.

Hercule Poirot lembrou que ainda não conhecía Brasília, pois o impediram diversas vezes de vir investigar misteriosas mortes ocorridas por aquí entre os anos 60 e 90. “Até hoje eles não resolveram aqueles assassinatos…quem sabe me dão a oportunidade de esclarecer tudo?” Poirot não se entretém por muito com os pensamentos desse passado já distante, e caminha serenamente pelos corredores do Congresso fazendo pequenas anotacões sobre o que observou até aquí. “Este é um assassinato mais sutil…é coisa de mestre” pensou o inspetor ao encontrar os primeiros indícios de um crime bem elaborado.

Sua primeira anotacão dizía: “a morte da Internet aconteceu sorrateiramente, em pleno recesso branco do Congresso Nacional, portanto o assassino não desejava estar sob os holofotes. Devo buscar um suspeito de caráter tímido, recatado. O assassino deve toda sua fama à denúncias da imprensa, que detectou rapidamente algo errado na trama.”. Poirot deduz que alguém ganhará muito dinheiro vendendo certificados digitais, pois só um método criptográfico podería identificar o usuário de Internet como desejava o assassino. O inspetor se recorda da época em que foi promulgada a lei do Novo Código de Trânsito do Brasil, que obrigava a venda de kits de primeiros socorros. A notícia havía chegado à Bélgica com grande alharde, o Brasil era novamente motivo de chacota no mundo europeu. “Alguém ganhou muito dinheiro com aqueles kits e não foi o povo brasileiro.” Poirot sente que está na trilha certa, seu instinto nunca lhe falhou em 41 anos.

Segunda anotacão: “o e-CPF ou e-CNPJ terá que ser inserido no PC(ou roteador central da Empresa) para o cidadão ou empresa conectar-se à Internet de modo a causar uma morte lenta porém silencionsa. Meu suspeito deve possuir conhecimento de informática, devo lembrar disso mais adiante.” Hercule percebe imediatamente a sombra de alguém que ganhará muito dinheiro vendendo smartcards, pendrives e leitores de e-CPF para PC’s, empresas e CPD’s pelo Brasil afora movendo-se sorrateiramente pelos corredores do Congresso. Sem conseguir identificar o rosto, Poirot percebe apenas que a sombra se desloca com rapidez para o plenarío do Senado. Ao chegar lá, Poirot encontra-se numa multidão, perdido em meio a uma Sessão Plenária. São muitos rostos familiares, muita gente e muito barulho. Tería sido apenas imaginacão, ou a sombra era de alguém que possuía familiaridade com este local? “É impróprio sequer comecar a suspeitar dos representantes do povo aquí presentes”, ponderou o inspetor. Poirot não teve alternativa senão admitir ter perdido o suspeito desta vez.

“Imagino, portanto, que todo o tráfego da rede do cidadão ou empresa vigiada deverá passar por um filtro que assinará digitalmente cada pacote de dados, de modo a identificar o navegante através de seu e-CPF. A trama é complexa, estou lidando com alguém bem informado. Tenho um perfil quase completo do assassino, estou quase lá.” Seu instinto não lhe falha, Poirot sente que o assassino ainda está dentro do Congresso e ainda ameaca o povo brasileiro e outros parlamentares. Essa constatacão preocupa o inspetor, é um crime da maior gravidade e precisa ser resolvido logo. Poirot prossegue, anotando a seguinte observacão: “alguém ganhará muito dinheiro fazendo programas para monitorar tudo o que for feito na Internet pelo cidadão. Isso é preciso de modo a assinar todo o tráfego com seu e-CPF.” Mais animado ainda, Hercule Poirot retorna ao Plenário do Senado e observa calmamente cada rosto, cada expressão. Pequenos gestos podem identificar os assassinos da Internet entre legisladores honestos. O tempo é curto, outras vítimas virão e Poirot sabe disso.

Mostrando seu conhecimento da Internet, Poirot escreve ainda : “o provedor de Internet terá que possuir o identificador Estatal instalado, e terá que adquirir um e-CNPJ por até R$ 475,00. O seu e-CPF e o e-CNPJ farão parte de uma troca de chaves como aquela inventada por Marty Hellman e seu tímido amigo Whitfield Diffie. À partir daí todo o tráfego ficará marcado como tendo ocorrido entre o e-CNPJ do provedor e o seu e-CPF. Este assassino é calculista e tecnicamente afiado no assunto Internet. Devo me cuidar. ” O inspetor não tem dúvidas: alguém ganhará muito dinheiro vendendo hardware adicional para os provedores de acesso. “O plano é quase perfeito!” exclamou Poirot. “Os próprios provedores terão que arcar com o custo do assassinato da Internet!”

O inspetor não compreende, entretanto, como é que o assassino da Internet instalará seu programa de e-CPF em telefones celulares e demais aparelhos de pouco poder de processamento que, por ventura, possam vir a se aventurar pela grande Rede. Obrigarão todo mundo a comprar um cartão de e-CPF por R$ 200,00 ou mais? Quem vai pagar o aumento de servidores e maquinário do lado do provedor para aguentar essa carga de criptografía toda e o imenso desperdício de eletricidade que a criptografía Estatal obrigatória acarretará? Poirot lembra-se imediatamente das pesquisas de Von Neumann sobre computacão reversível e anota: “todo processo criptográfico, assim como todo processamento de informacão, exige consumo adicional de energía proporcional à quantidade adicional de informacão a ser processada.” “Se eu preferir Linux ou MacOS, o Estado fornecerá programa filtro para esses sistemas também?”, pergunta-se o inspetor “Como um assassinato tão elaborado podería ocorrer dentro do Congresso Nacional?”

O inspetor prosseguía as investigacões quando percebeu estar repentinamente rodeado por agentes da Polícia Legislativa.
Poirot: bonjour monsieur policial du Brèsil, é mesmo um crime interessante que temos aquí não acham?
CB Tenório: o único crime que temos aquí é o de sua autoría, seu belga inxerido. Não vê que infringiu a lei de imunidade parlamentar ao investigar um nobre Senador pelo assassinato da Internet?
Poirot: sacre bleu monsieur policial, eu non ía acusar nenhum Senador! Na verdade eu tinha apenas uma sombra como principal suspeita do terrível assassinato de sua Internet que era tão bonita e tão livre! É mesmo um Senador o dono da sombra que eu investigava todo este tempo?
CB Tenório: bom, aparentemente cometí uma pequena gafe. Claro que nenhum Senador tentaría assassinar a Internet. O Sr. deve continuar suas investigacões fora daquí, sinto informar.
Poirot: mas eu estou certo que o assassino da Internet ainda está nos aposentos. Pode ser perigoso. Tenho certeza que criminoso ainda está aquí dentro, entre nós!
CB Tenório: sinto muito inspetor. A única coisa da qual estou certo é que o Sr. deve se retirar imediatamente destes recintos.

Em toda sua carreira, Hercule Poirot nunca havía ouvido falar em imunidade parlamentar para um crime como o assassinato da Internet. Esse País que acabava de conhecer lhe deixou deveras intrigado. Poirot se perguntava “será possível que o assassino da Internet podería ser um parlamentar eleito pelo povo deste belo País?” “Não acredito” dizia ele…”não acredito”. Embarcando no avião de volta à Bélgica, Hercule Poirot sentía-se frustrado: o Brasil foi o único País do mundo que impediu o famoso inspetor de desvendar um crime. “País curioso”, pensou ele. “Aquí eles tem medo de que a verdade apareca, por algum motivo que eu não conseguí explicar durante os 20 minutos que eu investiguei este crime. É um povo simpático, mas gosta de prolongar mistérios! Era questão de mais 30 ou 40 minutos para que eu apontasse o verdadeiro assassino da Internet no Brasil. Mas por algum motivo agentes do Estado me impediram de prosseguir. C’est la vie. Au revoir Brèsil!!! “, dizía uma anotacão final.

Chegando à Bruxelas, diante do comissário de polícia que lhe questionava sobre seu primeiro crime não resolvido, Poirot viu-se obrigado a inocentar a única entidade que não tería benefício algum com o assassinato da Internet: “o povo Brasileiro”, dizía o inspetor, “não tería nada a ganhar com esse crime. Creio que o suspeito ainda está no Congresso do Brasil, mas lá há uma polícia curiosa que impede que crimes sejam desvendados”. “Nenhum agente da KGB, nem os nazistas quando ocuparam a minha querida Bélgica, nenhuma trama da Guerra Fria havía sido tão difícil de investigar quanto o Congresso do Brasil. Esse grande país ao sul é um grande mistério também. Espero ser convidado mais vezes para ajudar os Brasileiros a revelerem mais sobre sua história.” registrou Hercule Poirot em seu diário antes de seguir para o Iraque, país no qual investigaría cerca de 718.000 assassinatos ainda sem explicacão.

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A Lei de Controle da Internet é um grande negócio - Parte II : um e-CNPJ custa até R$ 475,00

Filed under: Blah, hmmm, etc, Controle da Internet — jfonseca @ 6:22 am

A Empresa Certisign.com.br, segundo ela própria lider em certificacão digital no País, vende um e-CNPJ com diversos acessórios por até R$ 475,00

O fato é que ninguém compra e-CNPJ, não é verdade? Mas imagine se, de repente, a identificacão de sua empresa na Internet se tornasse obrigatória!

Que grande negócio!

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A Lei de Controle da Internet é um grande negócio: um e-CPF custa R$ 200,00

Filed under: Blah, hmmm, etc, Controle da Internet — jfonseca @ 6:18 am

Se o projeto de Lei do Senador Eduardo Azeredo passar, alguém vai ganhar muito dinheiro emitindo certificados digitais! A Empresa Certisign.com.br por exemplo cobra R$ 200,00 por um e-CPF em mídia SmartCard. Já um SmartCard com Leitor sai por R$ 350,00

Já pensou, todo mundo ser obrigado a comprar um e-CPF desses!! Que grande negócio, como é que ninguém pensou em propor uma lei assim antes?

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14 de November, 2006

Google envia Vírus Kama Sutra a 50.000 clientes

Filed under: Blah, hmmm, etc — jfonseca @ 3:24 am

Segundo a PC Mag, o vírus, cujo nome técnico é W32/Kapser.A@mm foi enviado acidentalmente pela empresa para o grupo de assinantes do grupo “Google Video”. Os assinantes se inscrevem nesse grupo para serem avisados, pela Google, de novidades e lançamentos no site Google Video.

A empresa se desculpou com os usuários mas não explicou como um vírus foi espalhado por eles quando seus sistemas internos vigiam absolutamente tudo que entra e sai de sua rede.

O Gmail(serviço de email do Google), por exemplo, não permite o envio de quaisquer arquivos suspeitos. Ou seja, concluímos que o sistema interno de email do Google não possui os mesmos, rigorosos, controles da parte pública no Gmail.

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Microsoft marca mensagens do Gmail como se tivessem o vírus BAT/BWG.A

Filed under: Blah, hmmm, etc — jfonseca @ 3:04 am

Gmail com virus
O Windows Live e o Hotmail estão marcando algumas mensagens provenientes de usuários do Gmail como se tivessem um vírus chamado BAT/BWG.A.

Detalhe: esse vírus não existe.

Será só mais uma tática daquelas utilizadas pela Microsoft no passado….como, por exemplo, embutir seu navegador no sistema operacional e dizer que é impossível removê-lo sem destruir o sistema, mesmo quando 1 milhão de páginas da Internet explicavam os poucos passos necessários para remover o Internet Explorer do Windows 98 ?

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