Como se descobre que um servidor roda Windows? Tem várias maneiras. Uma delas é acessar o site no Dia das Crianças….

Hoje passei por um post interessante sobre uma forma de “apagar” todos os “twits” de uma conta Twitter. A motivação pode ser diversa, talvez uma mudança de emprego e você não quer twits sobre o velho trabalho postados lá. Ou um novo/a namorado/a, e por aí vai.
Um comentário no post acima chamou a atenção: afirma que quando você “apaga” algo no Twitter, esse conteúdo é apenas marcado como tal no banco de dados central do serviço. Sua informação continuará lá – até que o Twitter deixe de existir. Ou pior, até que seus gigantescos bancos de dados sejam vendidos para outra empresa que ache interessante ter tanta informação pessoal num local só.
Não, eu não tive acesso exclusivo ao sistema do Twitter, tampouco tenho como provar essa afirmação. Apenas sei que esse tipo de sistema funciona dessa maneira, até por motivos legais. Caso haja um processo judicial em função de alguma troca de mensagens no serviço, a empresa deve ser capaz de apresentar às autoridades o conteúdo das mensagens, mesmo que tenham sido apagadas. Resumindo: temos tudo para acreditar que realmente não existe como apagar definitivamente o conteúdo postado no Twitter.
Informação pessoal é a commodity mais valiosa no mundo virtual. Google, Yahoo! e Microsoft oferecem diversos serviços “grátis” onde você utiliza bons sistemas com Gmail e Yahoo! Messenger pagando muito pouco, ou nada. Porém, o usuário concorda que essas empresas tenham livre acesso a seus emails e mensagens trocadas através desses serviços. Milton Friedman sabia o que dizia, não existe almoço grátis.
Como em todos os serviços online da atualidade, não se esqueça: tudo que é postado no Twitter é dado de presente à empresa que controla o Twitter. Se eles venderem os bancos de dados no futuro, todos seus twits serão transferidos a um novo proprietário.
Segundo a BBC, está tudo pronto para ligar o LHC de novo. Os imãs gigantescos estão sendo resfriados a quase zero absoluto, um passo necessário para iniciar os testes com segmentos do acelerador, ainda em Novembro de 2009.
O plano era ligar o LHC com potência total ainda em Dezembro mas os cientistas preferiram garantir que a humanidade completasse 2010 anos depois de Cristo antes de ligar a trapizonga.
Brincadeira, não precisam ter medo.
É apenas um experimento coordenado por físicos perfeitamente normais e que emprega uma área da Física sobre a qual nem o Einstein ou o Planck conseguiram chegar a um acordo. Para sua tranquilidade, o LHC tentará descobrir partículas que nunca antes estudamos, cujas reações entre sí desconhecemos e cujas temperaturas e níveis de energia se aproximam daqueles no espaço sideral.
Para uma espécie que não consegue prever erros com os anéis da Challenger, não controla totalmente os cilindros de grafite de Chernobyl, a mesma espécie que murmurou “Houston we’ve had a problem” este é um experimento perfeitamente seguro.
Sem mencionar que a alguns quilômetros dalí a Russia mantém ligada uma máquina do apocalipse.
Tenham todos uma ótima noite.
Segundo esta matéria da Bloomberg um forte indício de que o Real está supervalorizado é o fato do Big Mac, principal sanduiche da McDonald’s, estar mais caro que em Nova Iorque e Londres.