Surgiu hoje no Reddit a notícia de que basta acessar uma certa página utilizando o Mobile Safari para efetuar o jailbreak no seu iPhone. A matéria chamou a atenção de alguns comentaristas que, imediatamente, detectaram o potencial desta descoberta para vandalismo em larga escala.
Para quem não sabe, o jailbreak é um processo pelo qual o iPhone é desbloqueado para rodar aplicativos provenientes de outras fontes distintas do App Store da Apple. Não é a mesma coisa que desbloquear o aparelho para uso em outras operadoras telefônicas, é um desbloqueio de software para aplicativos, porém as implicações são semelhantes: não deixá-lo preso à Apple na hora de instalar aplicativos no iPhone.
O processo de jailbreak se dá através da alteração do firmware do telefone. Ou seja, o chip que contém o primeiro programa que o telefone roda ao ser ligado, que por sua vez carrega o resto do sistema para uso normal. No seu computador pessoal, o firmware é quase equivalente ao BIOS, porém tem função expandida no telefone, por carregar todo o sistema operacional e não só o código de bootstrap.
Quem tiver coragem, acesse o jailbreak aqui, no entanto esteje avisado: trata-se de um enorme furo de segurança em seu iPhone, e o código contido nesse jailbreak, caso funcione, pode realizar qualquer operação no seu telefone, inclusive acionar a câmera, o GPS, o microfone, efetuar chamadas, enviar SMS e por aí vai.
Governos de ambos os países reclamam do tráfego criptografado entre aparelhos Blackberry. Segundo eles isso geraria um “problema de segurança” por ser mais trabalhoso monitorar as mensagens trocadas.
A má notícia para as vendas da empresa na região é boa propaganda da segurança do Blackberry.
O Google Wave vai deixar de ser desenvolvido ainda este ano. O sistema que deveria significar “o fim do email será incorporado a outros produtos da empresa.
Não sei, ao certo, o que dizer sobre o Wave. Nunca o utilizei e, desde o início, quando surgiu a opção, desabilitei o compartilhamento de dados entre Gmail e este sistema.
Nunca me cadastrei no Wave, me cadastraram sem me perguntar. Para muitos usuários, essa inclusão automática causou rejeição ao sistema. Para outros, o propósito do sistema não ficou claro o suficiente. O que foi o Wave, exatamente? Uma tentativa de eliminar o email, Yahoo! Messenger, MSN Messenger, e Twitter de uma vez só?
Foi uma tentativa ousada, mas talvez não tenha chegado na hora certa. O Google tem projetos excelentes em andamento, será apenas questão de tempo vermos onde vão incluir o código e as lições aprendidas com o Wave.
Quem chega ao Mac OS X passando por outros UNIX, Linux por exemplo, logo percebe que a Apple aparou todas as arestas de usabilidade deste tradicional sistema operacional. Uma das adequações para usabilidade do Mac é ocultar tudo aquilo que 99% dos usuários jamais utilizarão.
Enquadram-se nessa lista os arquivos de sistema, e diretórios tradicionais do UNIX : /usr /lib /bin e por aí vai. Nenhum desses arquivos estão visíveis no Finder, é preciso ativar essa função, então lá vai a dica de como fazer.
Abra um terminal, copie e cole o comando:
defaults write com.apple.Finder AppleShowAllFiles YES
Tecle ENTER.
Agora será necessário reinicar o Finder para a nova configuração ter efeito. Só que o Finder é o shell do sistema, então não dá para usar command + Q e reiniciar.
Reiniciando o Finder
Pressione e segure a tecla OPTION, clique e segure o botão do mouse clicado no ícone do Finder: aparecerá um menu contextual. Clique em “Relaunch”, ou “Reiniciar”. Isto não reiniciará sua máquina, apenas o Finder lerá novamente suas configurações e reiniciará, é quase transparente para o usuário.
E pronto! Visite algumas pastas no Finder, tudo estará à mostra.
Uma das bibliotecas C mais úteis já produzidas é a GLib. Trata-se de um aglomerado de utilidades para linguagem C que inclui utilidades para strings, gerenciamento de memória, utilitários para arrays, listas, enfim, pense em algo e a GLib tem.
Compilei a GLib no Mac, porém ela exigia uma versão diferente da libiconv. Baixo e compilo a libiconv, volto pra GLib e tudo funciona sem problemas.
Muitas luas depois, preciso do VirtualBox para rodar o Windows, pois há um certo banco aqui no Brasil cujo home-banking não funciona no Mac. Então descubro que o VirtualBox não funciona mais…. A interface gráfica não dá dicas de por que o ícone aparece e some rapidamente. Parece um crash durante a inicialização, e nessa hora o terminal é nosso amigo.
Através do terminal, vou até /Applications/VirtualBox.app/Contents/MacOS e rodo o aplicativo ./VirtualBox. Para minha surpresa, o VirtualBox reclama que não encontrou o símbolo _iconv na bibliotea /usr/lib/libiconv.2.dylib
Recompilo o libiconv para outra arquitetura, usando um configure diferente. Usei ./configure –prefix=/usr CFLAGS=’-arch i386′ (cuidado, não compile usando esta opção). Tentei também outras arquiteturas, como x86_64. A experiência com arch i386 foi um desastre completo, tudo parou de funcionar. Não tinha mais acesso ao terminal, pois nenhum shell funciona sem o libiconv incluindo /bin/ksh, /bin/zsh e /bin/csh – todos que acompanham o Mac OS X.
Pior, o make não funciona sem o libiconv….ou seja, não tinha como recompilar a fonte da libiconv novamente para x86_64 – A solução era baixar uma versão binária do libiconv…mas onde? Busquei por toda parte, mas a única que encontrei era para Power PC, não ia resolver. O site DarwinPorts tem links para download que não funcionam, não conseguí testar.
DVD do Mac OS X ao Resgate
O jeito foi usar o DVD de instalação do Mac OS X. Já que não tenho shell, preciso fazer tudo pelo Finder. Primeiro é preciso expor os arquivos ocultos. Depois, é só navegar até usr/lib no DVD e copiar libiconv.2.dylib para /usr/lib – e pronto! Esquecí a GLib por agora, o importante é ter o resto do sistema funcionando.