Para programadores, o Halloween é Natal
OCT 31 = DEC 25
(Traduzindo: 31 octal = 25 decimal, no entanto as abreviações em Inglês de October 31(Halloween) e December 25 são escritos da mesma forma. Eu sei, eu sei…humor nerds…)
OCT 31 = DEC 25
(Traduzindo: 31 octal = 25 decimal, no entanto as abreviações em Inglês de October 31(Halloween) e December 25 são escritos da mesma forma. Eu sei, eu sei…humor nerds…)
Navegando pelo noticiário em aglomeradores de notícias, encontrei a seguinte matéria da Wired: Inside the Apocalyptic Soviet Doomsday Machine
Não repare o tom de ficção científica, esta notícia é surreal do inicio ao fim.
Do que se trata? Em resumo, os Russos construíram aquilo que pensávamos só existir em filmes como Dr. Strangelove e The Day After : uma arma que entra em ação caso ela determine, sozinha, que a Russia tenha sido atacada e todos seus comandantes estejam inoperantes. A máquina do apocalipse.
Não sou um expert na parte militar da coisa mas, quando programamos sistemas, há diversas aplicações para algo com um nome de certa forma assustador, em Inglês a “Dead man’s switch“(“chave de homem morto”). Não tem nada de macabro nisso, é apenas um dispositivo que entra em ação caso uma outra ação não seja realizada.
Digamos, um sistema que desligue a panela de pressão caso sua presença na cozinha não seja notada 3 vezes seguidas. Ou uma secretária eletrônica que lhe envia um lembrete caso não verifique as mensagens 3 dias seguidos.
O nome “Dead man’s switch” se refere a casos mais sérios como, por exemplo, o operador de grandes máquinas sofrer um infarte ou perder a consciência. Nesse caso a máquina deve avisar os responsáveis do ocorrido e, se possível, parar.
O que acontece se você construir algo assim conectado a 20.000 mísseis nucleares? É o que só foi descoberto em Março de 2009, através de um espião Russo que deu à Wired detalhes de um sistema chamado “Mão Morta”, em Russo Mertvaya Ruka. A revelação de que esta máquina existe chocou até espiões Americanos, que juram nunca terem tido informações sobre.
Na guerra a primeira morte é aquela da verdade. Então jamais saberemos se os Americanos realmente sabiam, ou o quanto sabiam, sobre a existência desta máquina.
O nome não vem do fato desta máquina promover o apocalipse mas, do contrário, ela só entra em ação caso entenda que todos os comandantes militares e cívis estejam inoperantes, ou seja, caso o apocalipse já tenha acontecido.
Nesse caso, as máquinas tomam o controle dos sistemas de defesa. Os mísseis são lançados, e durante seu vôo enviam sinais a outros equipamentos de que devem entrar em ação também, uma reação em cadeia para lançarem mais mísseis e detonar mais bombas, e assim por diante, sem possibilidade de interromper o processo. É o fim de toda a vida na terra.
É uma garantia sinistra de que, caso o pior aconteça, a vingança seja a pior possível.
Um fato curioso sobre a Mertvaya Ruka é que, supostamente, os Russos não a tornaram conhecida aos Americanos. E a única função de uma máquina do apocalipse é fazer com que o inimigo saiba que, caso ganhe a guerra, será destruido mesmo assim.
Então para que serve a máquina do apocalipse Russa?
Segundo os próprios Russos, haviam entre os comandantes aqueles que, em diversas ocasiões, desejavam iniciar um ataque aos Americanos alegando que não haveria resposta a um suposto primeiro ataque. A Mertvaya Ruka teria sido construída para acalmar os ânimos desses comandantes, já que o contra-ataque seria inevitável e fatal para a humanidade, não sendo necessário precipitar quaisquer medidas drásticas.
O que realmente importa, 25 anos após a construção dessa geringonça, é que todos saibam que tal sistema existe. E que está 100% armado e pronto para destruir o mundo.
Um suposto pedaço desta máquina seria a estação de rádio UVB-76. Este seria um dos sinais que a máquina verificaria em caso de guerra nuclear.
A Wikipedia também traz um artigo sobre a “Mão Morta”.
Caso decida ler a matéria completa, segue abaixo o clip da música que me veio em mente. Os anos 1980 foram deveras estranhos.
Os tópicos #BrazilWantsJBAgain e #JBcomebacktoBrazil dominaram o Twitter esta tarde. Buscando saber o que diabos seria JB, descobrí que se trata do Jonas Brothers, aparentemente o Menudo atual.


Faz tempo que não empilho nada na estante empoeirada do “Cultura Inútil” aqui no blog, então achei que esta frase famosa do comandante do Apollo 13 merecia a homenagem de hoje.
Pra quem tem mais o que fazer, e não “lembra”, a Apollo 13 é aquela que explodiu em 1970 e virou um filme com Tom Hanks em 1995. No filme, Hanks faz o papel de Jim Lovell, chefe da missão.
Então, o que há pra se saber sobre essa frase, que de tão batida já virou gíria até em Português? Talvez, pra começar, o fato de que ela nunca foi dita(dessa maneira).
Lovell enviou a seguinte mensagem: “Houston, we’ve had a problem”. Como tudo é gravado em Houston, ele apenas fez uma transmissão desprovida de emoção, uma constatação técnica: Houston, tivemos um problema. Ele não quis dizer “estamos encrencados”.
Que diferença isso faz? Nenhuma, por isso vai direto pra seção de cultura inútil.
PS 1. E “o cara”, de Obama? É outra frase que nunca foi dita, ao contrário do que 100% da imprensa Brasileira noticiou. Obama disse “This is my man, I love this guy”, que em inglês significa “este é meu chapa, eu adoro esse sujeito”. Obama não adjetivou nosso Presidente, mas fez uma afirmação sobre sí próprio que significa “eu gosto desse sujeito”. O momento não deixa de ser especial, pela simpatia de Obama e por tê-lo dito diante de outros líderes que prontamente concordaram.
PS 2. Quem quiser tirar a prova sobre “Houston, we’ve had a problem”, e tiver bastante tempo de sobra, pode conferir a transcrição completa da missão de Abril de 1970 clicando aqui.
Gostaria de pedir ajuda aos leitores para identificar ou tentar descobrir a idade aproximada desta peça e sua provável função original. Alguém tem idéia da origem deste motor/dinamo/gerador? Poderia ser parte de algum carro Alemão do século passado?
A plaqueta de identificação diz
CLIMAX
Bachrich & Co
Hamburg Wien
Busquei diversas combinações desses nomes com nomes de peças(“bachrich dynamo”, “bachrich company”, “bachrich germany” e coisa do tipo) na WWW e não encontrei maiores informações. Quem olhar no mapa verá que Hamburgo e Viena estão bem longe uma da outra(“longe” para padrões Europeus), e a tal fabricante Bachrich & Co. não consta em lugar algum.
Esta peça estava em nossa oficina, empoeirada e abandonada num canto. Ficou como herança de um tio-avô há mais ou menos 40 anos. O que sabemos sobre ela é que era usada como gerador, ligado a um “papa-vento”, e acendia uma lâmpada de trabalho, provavelmente ligada a uma bateria carregada por este dispositivo.
Chamou a nossa atenção há algumas semanas, a limpamos, montamos nessa base de jacarandá. Fizemos alguns testes e medições, depois a levamos para o Wagner da Izzy Chili dar uma olhada. Tudo indica que é um gerador de DC pulsado, o nucleo é sólido, as bobinas são de baixa tensão e baixa indutância. Quando ligadas a 6 ou 12 V as bobinas esquentavam levemente, mas trabalhou durante alguns minutos sem danos. Quando aplicamos algo em torno de 2500 RPM, gerou cerca de 12V.
A fiação do rotor é de mais ou menos 1mm. As peças externas, conectadas ao núcleo, são isolantes magnéticos e condutores elétricos.
Gostaríamos de saber a provavel origem desta peça, se o leitor souber estimar a data ou função original dela por favor deixe no campo de comentários!












Você já ouviu a expressão, muito comúm hoje em dia, “o texto circula em email apócrifo pela Internet” ou algo semelhante? Sempre escutei esse termo e pensei se tratar de “anônimo”. Eis que não estava completamente errado, realmente o sentido é afirmar que não se conhece exatamente a origem. No entanto os artigos da Wikipédia sobre o termo vão além, como era de se esperar, e explicam exatamente a origem histórica da expressão.
Vamos primeiro à Wikipédia: Os Livros apócrifos (Apokruphoi, secreto) são os livros escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs (ou seja, há livros apócrifos do Antigo Testamento) nos quais os pastores e a primeira comunidade cristã não reconheceram a Pessoa e os ensinamentos de Jesus Cristo e, portanto, não foram incluídos no cânon bíblico.
A própria Wikipédia, na sua definição do termo na lingua inglesa, é um pouco mais clara: são simplesmente textos apócrifos aqueles cuja autoria não é conhecida ou é incerta.
Então fica aí mais essa definição em nossa seção nada apócrifa de cultura quase sempre inútil!
- Jay Leno, comediante Americano
A Reuters publicou uma notícia que me chamou a atenção: Cuba teria finalmente criado uma distribuição Linux própria e estaria em processo de migração de todos seus computadores estatais para ela.
Confesso que fiquei surpreso com a notícia. Não pela questão técnica, porque não duvido que os Cubanos possam criar uma distribuição excelente. Fiquei surpreso, sim, ao descobrir que Cuba, até hoje, não tinha tornado institucionalmente obrigatório o uso de software livre nas suas dependências estatais. Tinha em mente que o uso de Microsoft Windows por lá era simplesmente proibido. Eu estava enganado – não só não é proibido, como o governo Cubano parece fazer vista grossa do uso desse sistema em cópias piratas, e o governo de Raúl Castro tem seguido a tendência do governo de Fidel de adotar muito lentamente o software livre.
Pior, fazendo uma retrospectiva rápida, podemos ir além e concluir que, de 1980 para cá, nenhum país do chamado “bloco socialista” apoiou, de fato, o movimento do software livre.
Jamais havia me questionado sobre o assunto mas, realmente, saber que apenas em 2009 a ilha decidiu substituir oficialmente(com ações concretas) o Windows por Linux demonstra que há um vácuo imenso entre o discurso oficial e a prática. Um movimento que teve início nos anos 1980 e que, por muito tempo, foi considerado “contrário aos princípios do mercado” não teve qualquer apoio institucional do bloco socialista. Essa constatação é, no mínimo, intrigante.
Uma reportagem falando sobre a migração ao software livre em Cuba afirma que “apesar de [Cuba] ter proclamado sua intenção de migrar todos seus sistemas para software livre em 2005, os esforços neste sentido parecem depender mais de pequenos grupos de entusiastas do que de apoio politico e institucional do governo Cubano”
Segundo a mesma reportagem, o professor Yudivián Almeida, da Universidade de Havana afirma que “ainda há grande resistência à mudança”.
É claro que a Internet propiciou a globalização do software livre, o próprio Linux só foi possível devido à colaboração global através da grande rede. O acesso das massas à Internet só foi possível após o fim da guerra fria, com a transferência do controle da Internet de militares da DARPA para civís do InterNIC em 1992. O fato do desenvolvimento do Linux ter explodido nessa época não é mera coincidência. Devemos admitir que a Internet foi o grande catalisador do movimento do software livre, mas, em termos históricos, o questionamento à falta de apoio político do bloco comunista ao software livre ainda é válido.
Em 1983 Richard Stallman iniciou o projeto GNU, produzindo um compilador excelente da linguagem C(GCC, o mais utilizado até hoje), um editor de textos poderoso(Emacs) e deu início ao trabalho num kernel Unix livre(HURD), projeto que não obteve sucesso mas inspirou muitos outros posteriormente. Hoje o projeto GNU é a força motriz por trás do Linux, OpenSolaris, FreeBSD, NetBSD, OpenBSD e inúmeros outros.Segundo Eric Raymond, em seu livro “The Art of Unix Programming”, o software livre só decolou no “mundo capitalista” quando o nome “software livre” foi substituido por “software aberto”. Por que? Para evitar conotações socialistas e, segundo o próprio Raymond, “retirar a carga ideológica do projeto de Richard Stallman”. A mudança para “OSS” ao invés de “Free Software” pegou embalo em 1998 quando as fundações Mozilla, Apache, X e por aí vai todas concordaram em utilizar o termo “software aberto” ao invés de free software. Foi só então que a IBM e outros gigantes capitalistas adotaram o Linux como alternativa à Microsoft.
Ou seja, o mercado teve a “preocupação”, ou puro preconceito ideológico, de evitar conotações socialistas no uso do software livre, mas Cuba não se importou nem um pouco com a mensagem política enviada ao mundo ao permitirem o uso do Microsoft Windows até os dias de hoje?
Vejam só. Eis que uma década depois da mudança da tarja de “free software” para “open source”, Cuba ainda não havia realmente, de fato, abraçado a causa. Isso nos diz algo ainda mais marcante: até 1998 nenhum país “socialista” havia utilizado politicamente o software livre. China, Cuba e até mesmo a URSS não enxergaram o potencial do software livre nos anos 1970, ou na década de 80 quando Ronald Reagan os chamava de ‘Império do Mal’, ou até mesmo na euforia do mundo pós-Guerra Fria dos anos 90?
Toda aquela “birra” ideológica do início do novo mliênio, de que o software livre seria uma afronta ao mercado livre, não passou de marketing de empresas de software fechado para tentar evitar que uma metodologia mais inteligente de compilação de conhecimento humano prejudicasse seus lucros.
Hoje podemos concluir que, enquanto Richard Stallman lutava para que todo software fosse aberto e naturalmente acessível por todas as classes sociais, todo o bloco socialista ignorou solenemente aquele que poderia ter sido um de seus maiores trunfos: o software livre.
Em “Cyberpunk”, o jornalista John Markoff narra a história de “Pengo”, um hacker de Berlim oriental que se infiltrava em computadores dos EUA, roubava código fonte e depois vendia para agentes secretos do bloco socialista. A Russia preferiu a pirataria ao invés de apoiar Stallman e todo o movimento de software livre dos anos 1980.
Em retrospectiva, notamos que enquanto Bill Gates dava uma surra no software livre e se tornava o homem mais rico do mundo vendendo código fechado, todo o bloco socialista ficou passivo, observando a luta dos hackers anarquistas pelo direito ao acesso à tecnologia por todas as classes sociais.
O caso do hacker “Pengo” ilustra como a URSS preferiu comprar mercadoria ilícita de hackers adolescentes à ter uma política institucional de apoio ao software livre. O que poderia ter sido mais poderoso como arma ideológica do que uma iniciativa soviética de apoiar o “Free Software” produzindo compiladores grátis e sistemas operacionais de alta qualidade inteiramente livres de royalties de corporações e governos estrangeiros? Imagine se o software livre tivesse apoio do bloco comunista e algo semelhante ao Linux tivesse nascido em 1980…
Ainda segundo a reportagem, em pleno 2009 Cuba utiliza Linux em apenas 20% de seus computadores. Podemos supor, com pequena margem de erro, que os outros 80% de computadores de Cuba utilizam alguma versão do Microsoft Windows.
A estimativa de um especialista da Universidade de Ciência de Informação de Cuba é de que em 5 anos 50% dos computadores da ilha estejam rodando Linux. Espera aí, 5 anos para atingir 50%???!!! É inacreditável.
Torço para que a distro Nova Linux de Cuba tenha sucesso e que todos os cubanos tenham acesso livre à nova distro. Na verdade Cuba deveria simplesmente banir imediatamente a pirataria de sistemas Microsoft Windows e abrir completamente o acesso do povo Cubano ao NetBSD, FreeBSD, Apache, Linux, Mozilla e demais projetos abertos.
Um pequeno retrospecto histórico nos mostra que já passou da hora, e muito.
O Google é um sistema de busca tão bom que virou verbo. No inglês, “to google” significa “achar algo na web”.
A Empresa homônima não gostou. Há alguns anos ameaçaram processar quem usasse a marca registrada Google(TM) como verbo. A idéia é que, se o verbo fosse usado de forma genérica, as pessoas poderiam google’ar(repare o G minúsculo) as coisas no sistema de busca da Microsoft ou do Yahoo!. Assim como podemos comprar “Gillette” da Bic ou uma Xerox da HP – o medo do Google era que o elogio ao seu excelente sistema de buscas diminuísse o valor da marca registrada de mesmo nome. Talvez faça sentido para os marketeiros. De fato, se pararmos para pensar, a Xerox Corp. não lucra nem um centavo com as “xerox da Sony” vendidas por aí…
Agora imaginem o sofrimento dos donos do sistema de busca Cuil, cujo nome virou unidade de medida do quanto um assunto não tem nada a ver com o procurado… É isso mesmo: cuil virou unidade de medida. Quanto mais cuil, menos algo tem a ver com…quaquer coisa.
Aparentemente a origem do termo vem deste comentário no Reddit.com. em que o usuário andrewinmelbourne sugeriu uma escala de cuils para irrelevância de assuntos.
Traduzindo alguns graus da escala proposta por ele:
1 Cuil: é um grau de abstração distante daquilo que solicitamos. Digamos, você pede um hamburger e recebe um guaxinim.
2 Cuils: você me pede um hamburger mas eu não existo. No lugar onde eu estava em pé há uma foto de um hamburger no chão.
3 Cuils: Você acorda sendo um hamburger. Você grita mas de seus lábios sai apenas molho especial. O mundo está em cores sépia.
4 Cuils: esse eu não conseguí traduzir…mas veja lá que não faz sentido algum.
E antes que este post acumule muitos cuil vou mandá-lo direto para a seção Cultura quase sempre Inútil.
“War dialing” faz parte do jargão criado por hackers dos Estados Unidos na decada de 1970.
Para encontrar condutos para realizar explorações em BBS e outros sistemas os hackers buscavam linhas de telefone que estivessem conectadas a modems e que estivessem atendendo a chamadas de dados(aquele já quase esquecido barulho da conexão do modem).
Um programa, naturalmente chamado de “war dialer” gerava sequências válidas de números de telefones à partir de dados fornecidos pelo hacker. Por exemplo, em Brasília a região da Asa Norte tem diversos prefixos, entre eles o 3349 e o 3327.
Assim um explorador poderia especificar a seguinte sequência de números …
Dial 3327[0000-9999]
…para discar todos os 10.000 números telefônicos entre 3327-0000 até 3327-9999 e verificar se algum deles atenderia chamadas de dados.
Diversos parâmetros podem ser fornecidos como quantos toques esperar ou registrar apenas canais de dados com determinada velocidade(1200 baud por exemplo seria “chique” em 1981!).
Outra possibilidade seria de BBSs amadoras ainda existirem. Quem sabe você não encontra uma BBS através de war dialing? Nos dias da Internet você talvez se pergunte por que alguém teria uma BBS em funcionamento. Bem, por vários motivos. Entre eles, puro saudosismo e o baixíssimo preço das linhas telefônicas. Hoje em dia é possível manter uma linha telefônica para receber chamadas por menos de R$ 10 ao mês. BBSs atuais podem ter conteúdo específico como segurança de redes ou interesses de outros hobbyistas como rádio amador ou …pornografia!
War Driving
Na atualidade o termo “war dialing” tem sido adaptado às novas formas de conexão que temos à nossa disposição. A adaptação mais popular que tenho encontrado tem sido “war driving”. “Drive” vem do inglês “dirigir”. War driving é a busca por redes sem fio abertas usando um automóvel. Levando um iPhone ou notebook no banco do passageiro rodando o aplicativo de descoberta de redes(“war driver”??) é possível marcar a localização GPS das redes sem fio abertas e usá-las posteriormente para explorações online. Lembrando que é sempre bom usar senha em seu ponto de acesso wi-fi.