A FoxConn, fabricante Chinesa do iPad, entre outros produtos eletrônicos do “ocidente”, receberá incentivo fiscal para fabricar produtos Apple no Brasil.
Enquanto isso, na China, a Foxconn enfrenta ameaças de suicídio em massa de seus trabalhadores, estes sendo tratados feito escravos e, quando se atrevem a protestar, são chamados de animais pelo chefe da empresa.
Enquanto dezenas de milhões de trabalhadores Brasileiros continuam a pagar a maior carga tributária do mundo, para sustentar absurdos de todo tipo, uma empresa que viola os direitos do trabalhador receberá incentivo fiscal para funcionar aqui.
Tá bom ou aceita mais uma dose de “socialismo” tupiniquim? Onde está o incentivo fiscal para a classe média e para o micro-empresário Brasileiro que está sustentando toda essa festa?
Será que a Apple realmente pensou que não haveriam, em questão de meses, incontáveis concorrentes contra seu iPad?
Há uma deturpação do propósito do sistema de patentes nos Estados Unidos, onde empresas pensam que podem impedir a inovação e a concorrência através de medidas burocráticas. A polêmica das patentes é acentuada quando falamos de software, mercado onde já foi tentado patentear-se até o “click do mouse único” em compras online.
O sistema de patentes nos Estados Unidos é, indiscutivelmente, o mais eficiente do mundo – por mais críticas que tenhamos contra ele. Funciona mais ou menos assim: depois que um cartório reconhece a patente, as eventuais disputas acontecem na Justiça. O escritório de patentes não se envolve nas brigas, nem tem a pretenção de serem experts em todos os assuntos técnicos contidos nas patentes. São um cartório público enxuto, eficiente e seguro.
Acontece que o sistema é constantemente abusado, justamente pela falta de burocracia.
Como o departamento de propriedade intelectual nos EEUU é bastante liberal, são aceitas patentes de quaisquer idéias possíveis e imagináveis, inclusive aquela, famosa, de um graveto para brincar com cachorros. Esta última só foi revogada seis anos depois de registrada, em 2006. Ou seja, deu-se primeiro o direito à alguém de reivindicar a invenção do graveto. Depois discutiu-se o mérito da idéia : é um sistema baseado na eficiência e na boa fé do inventor, de modo a não emperrar seu trabalho com mil obstáculos antes que sua idéia possa chegar ao mercado.
A Apple perdeu diversas brigas nos anos 1980, inclusive a maior briga de todas, aquela pelo domínio do mercado do computador pessoal. Não é possível que em pleno século XXI continuem cometendo os mesmos erros de 30 anos atrás tentando “fechar” seus produtos e proteger-se do livre mercado através de medidas burocráticas. O único mérito do Android, por exemplo, tem sido sua maior abertura para desenvolvedores e “hackers”. Enquanto isso a Apple investe em manter seu sistema fechado, bloqueado e inacessível a programadores de software livre. A notícia de que estariam tentando remover a Samsung da disputa pelo mercado de tablets através de medidas judiciais apenas corrobora com a imagem arrogante que a Apple ainda tem perante o mercado, reminiscente das décadas passadas.
Produtos feitos para falhar? Novidade!
SÃO PAULO – A cineasta Cosima Dannoritzer usa o mesmo celular há 13 anos. “Ele nem tira fotos, mas eu tenho uma câmera para isso”, diz. Depois de ouvir lendas urbanas sobre obsolescência programada – a prática da indústria de determinar uma vida útil curta em seus produtos para vender mais –, ela decidiu investigar o tema. E a realidade se tornou ainda mais estranha para ela.
O Facebook é citado em 1/3 de todos os processos de divórcio do Reino Unido, revela esta matéria da ZDNet.
Não era para ser diferente. O Facebook é um sistema criado justamente para a paquera, no formato de “catalogo de rostos”. Para que continuar participando após o casamento? Para manter contato com os amigos, é claro. Ahã.