Margem de erro da urna eletrônica pode chegar a ser 25 vezes maior que a diferença do 2o turno no Paraná
Se o Bruce Schneier estiver certo ao afirmar que a margem de erro das urnas eletrônicas pode chegar a até 5%, podemos dizer que o resultado da eleição para os seguintes Estados devería requerer uma recontagem imediata dos votos(se eles fossem impressos, o que não acontece).
Em ordem decrescente de gravidade, com até 1% de diferença, estão:
Paraná: 0,2 % de diferença no 2o turno.
Paraíba: apenas 0,33% forçaram um 2o turno.
Distrito Federal: apenas 0,38% evitaram um 2o turno.
Rio Grande do Norte: 0,43 % forçaram um 2o turno.
Amazonas: 0,63 % evitaram um 2o turno.
Não estou afirmando que houve necessáriamente erro, mas os números acima não enganam. O TSE precisa começar a imprimir os votos já na próxima eleição, pois em todos esses casos o resultado poderia ser outro completamente diferente se houvesse recontagem dos votos.