Entre as principais melhorias deste filho mais recente do clássico Netscape Navigator está a utilização otimizada de memória. Realmente o Firefox 2 veio a ser muito mais lento que o Firefox 1.0 porque logo no início arrematava centenas de MB de RAM. Tive diversos problemas com o Firefox 2.0 e é bom ver que na versão 3.0 os desenvolvedores Mozilla se preocuparam com esse aspecto. O Firefox 3 consome cerca de 66% menos memória que o Firefox 2.0, o que é surpreendente.
Vindo da Microsoft nós esperaríamos sistemas que devoram cada vez mais memória, mais lentos e que exigem computadores cada vez mais parrudos….
Por falar nisso…..
A Microsoft transformou o termo “Service Pack” em algo que até nossos avós conhecem. Afinal, desde que eles começaram a produzir software que se comunica através da Internet eles lançaram mais remendos do que as Medidas Provisórias de FHC e Lula somadas. Ops, falei em política….assunto proibido aqui!
Uma das bases de trabalho com software livre é “lance desde cedo e lance continuamente” (Release early, release often). Assim as falhas infantís são encontradas pela comunidade enquanto o software é “Alfa” e depois falhas mais sérias são corrigidas enquanto que o software passa para Beta. E no lançamento você tem algo que funciona e pequenos erros vão sendo corrigidos com o tempo. Ninguém diz que software livre não tem bugs, mas certamente no momento do lançamento o software livre lançado e testado desde estágio primário normalmente tem menos bugs que sistemas não testados.
E a base de trabalho da Microsoft? Sistemas megalomaníacos trabalhados durante anos em ambiente fechado e sem qualquer comunicação com o mundo exterior exceto por contratos formais de “Beta Tester”. E quando os sistemas são finalmente lançados eles tem mais furos de segurança, bugs e instabilidade do que o governo do Iraque.