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Em pleno 2017 continuamos sem poder auditar o resultado das urnas eletrônicas

O pesquisador Diego Aranha publicou, recentemente, uma sequência de tweets retomando o assunto das urnas eletrônicas brasileiras. Estamos nos encaminhando, aos trancos e barrancos, para eleições gerais em 2018, e apesar de todo o foco da discussão encontrar-se nos desdobramentos da Lava Jato e da “crise política” (políticos flagrados roubando = crise?), a principal ferramenta usada nas eleições continua sem receber a devida atenção popular.

Para quem não o conhece, Aranha foi professor de Ciência da Computação na UnB, atualmente leciona na Unicamp e, em 2012, publicou seu trabalho mais conhecido: um relatório sobre sua auditoria pessoal do código-fonte das urnas eletrônicas do TSE. O resultado desse relatório foi bombástico. O estudo revelou falhas diversas no código-fonte das urnas eletrônicas.

(Vale a pena conferir a discussão que se seguiu no Reddit em 31/7/2017 a respeito dos Tweets .)

A um ano das próximas eleições gerais, seguimos nos entretendo com notícias de escândalos sobre os quais todos já sabemos tudo.

Porém não estamos prestando atenção no que está acontecendo atrás das cortinas.

Para Saber Mais

 

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