Divagações

Mercados movidos a bancos centrais

O volume de ouro comprado e vendido nos mercados de Londres todos os anos é 7 vezes maior que todo o ouro já minerado na história da humanidade.

A reserva física de ouro exigida pela legislação é tão pequena, que o volume de ouro comprado e vendido nos contratos futuros é astronômicamente maior que todo o ouro existente no planeta.

De 10 em 10 anos, em média, o sistema de reservas fracionadas causa um crash global.

Em 2008 os imóveis negociados por meio de títulos subprime não cobriam o valor desses empréstimos. Uma hora todos decidem sacar o valor real, que não existe, e assim começa a quebradeira.

Conclusão

Chegamos a 2018 com uma dívida global de mais de 160 trilhões de dólares, e ninguém sabe de onde sairá todo esse dinheiro.

A juventude, especialmente os chamados millenials que já se encontram no mercado, reclamam de que precisam trabalhar muito mais que seus pais para adquirir o mesmo patrimônio e para ter o mesmo padrão de vida.

Os fundamentos econômicos são meros coadjuvantes da economia moderna.

Os bancos centrais inventaram uma economia virtual, utilizando dinheiro imaginário para comprar e vender coisas que não existem.

Seu saldo bancário é apenas um registro de um banco de dados relacional. O dinheiro não existe e tampouco corresponde a qualquer bem ou valor real.

Há quem diga que esse sistema é uma enorme fraude, talvez a maior fraude da história da humanidade.

Mas há, também, quem argumenta que só esse sistema foi capaz de gerar o volume de riqueza que circula no mundo atual.

Independente de quem esteja certo, já se passaram 10 anos de 2008 para cá. A questão é quando, e não se, teremos a nova quebradeira global.

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